Vivemos a era da cibernétic@, em que podemos utilizar bancos 24 horas, caixas com auto-atendimento, internet no celular, até mesmo as escola utilizam-se deste recurso para que os pais “acompanhem” seus filhos pelo computador via internet. E com toda esta virtualidade como estão sendo preparados os professores para exercer suas práticas pedagógicas com seus alunos cibernéticos? Este é mais um desafio a ser enfrentado e como futuras pedagogas estamos pesquisando respostas.
Schlemmer (2006) nos faz refletir sobre esta “invasão” digital que estamos vivenciando e das dificuldades de interagir com toda estas TDs (Tecnologias Digitais). “Somos da ‘geração analógica’, conhecidos como ‘imigrantes digitais’”(p.34). Fomos criados a ter medo de causar estragos nos equipamentos, e isto ainda reflete quando não conseguimos fazer mais de uma atividade virtual ao mesmo tempo. Segundo a autora, “... ‘a geração do mexe para ver se funciona’, a ‘geração digital’, conhecidos como ‘nativos digitais’”(p.34) está aí e nos deixa inquietos. Por quê? Porque em vez de utilizarmos os saberes desenvolvidos por estes “nativos virtuais” para nossas práticas, trazendo-os como nossos aliados, nos detemos nas práticas tradicionais e, muitas vezes por pensarmos ser os detentores do saber, acabamos por afastar o aluno ou tornar a aula um momento de rejeição.
Este é o nosso desafio urgente, em que precisamos ir ,além da nossa formação acadêmica básica, buscar nos ambientes virtuais as ferramentas para a nossa “sobrivência” ao mundo digital.
Schlemmer (2006) nos faz refletir sobre esta “invasão” digital que estamos vivenciando e das dificuldades de interagir com toda estas TDs (Tecnologias Digitais). “Somos da ‘geração analógica’, conhecidos como ‘imigrantes digitais’”(p.34). Fomos criados a ter medo de causar estragos nos equipamentos, e isto ainda reflete quando não conseguimos fazer mais de uma atividade virtual ao mesmo tempo. Segundo a autora, “... ‘a geração do mexe para ver se funciona’, a ‘geração digital’, conhecidos como ‘nativos digitais’”(p.34) está aí e nos deixa inquietos. Por quê? Porque em vez de utilizarmos os saberes desenvolvidos por estes “nativos virtuais” para nossas práticas, trazendo-os como nossos aliados, nos detemos nas práticas tradicionais e, muitas vezes por pensarmos ser os detentores do saber, acabamos por afastar o aluno ou tornar a aula um momento de rejeição.
Este é o nosso desafio urgente, em que precisamos ir ,além da nossa formação acadêmica básica, buscar nos ambientes virtuais as ferramentas para a nossa “sobrivência” ao mundo digital.
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